Alto índice de aprovação marcou terceiro dia de avaliações físicas

São Paulo, SP, 05/04 - Os árbitros paulistas que estão passando pelo período de avaliações físicas, na cidade de Jundiaí, para ficarem aptos para os campeonatos amadores, Segunda Divisão e Copa Paulista, seguem se dando bem. No terceiro dia de avaliações definidas pela Federação Paulista de Futebol, o índice de aprovação foi altíssimo, deixando todos, inclusive o presidente do SAFESP, Arthur Aves Júnior, bastante confiante. O mandatário da entidade mostrou empolgação junto aos árbitros e garantiu a excelente qualidade física dos associados.

"Nossos associados, os árbitros de futebol que prestam serviços à Federação Paulista de Futebol, não estão sofrendo no teste. Não tem dificuldade no teste. Porque? É um alto investimento que eles fazem durante todo o ano. Treinam constantemente. Tem acompanhamento de nutricionista. É um alto investimento que o próprio árbitro faz", falou Arthur Alves Júnior.

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O instrutor da FPF, Felipe Biazotto, primeiro explicou o que os árbitros precisavam fazer para voltarem às escalas. Depois falou sobre o grau de dificuldade dos testes, mas garantiu que a boa preparação física aliada à concentração levam os árbitros ao sucesso.

"A gente conhece este teste já há bastante tempo. Sabemos das exigências físicas e fisiológicas que ele imprime ao árbitro e realmente é um teste de altíssima intensidade. A gente já acompanhou o controle de frequência cardíaca dentro destes testes e se formos analisar dentro das variáveis, o árbitro é submetido a seis tiros na casa de 30 Km por hora na primeira parte e depois nos testes de pista são 40 tiros de 75 metros a pelo menos 18 Km por hora para que ele consiga fazer dentro do tempo determinado. Isso é bastante exigente sim", explicou.



Os árbitros, que fizeram muitas caras feias devido ao esforço dos testes, não esconderam a existência do alto grau de dificuldade encontrado, porém, explicaram que bem preparado a vitória ficaria fácil de ser alcançada.

"Preparação física, uma alimentação adequada, descanso, se cuidar e se preparar para ir para o teste. Se não fizer isso não tem milagre ou santo que resolva o problema. É este o remédio", falou Jeferson Dutra Giroto.

"Eu vou falar por mim. Na verdade até hoje eu não senti muita dificuldade porque venho treinando bastante. Mas um ponto que acho perigoso, até por uma lesão, é o tiro de 40 metros. Ele força demais, é muito rápido e pode causar lesão na muscultura, mas eu procuro controlar e usar o tempo necessário para isso", falou Marcos César Philomeno.

"Para mim, individualmente, se precisar conceituar de zero a dez, o teste tem grau de dificuldade oito. É um teste bastante difícil, mas me considero um pouco experiente no teste e sempre fui aprovado. Acho que tem dificuldade oito. Eu faço minha semana diferente para o teste. Fico dois dias descansando e graças a Deus tem dado certo. Agradeço muito ao homem lá de cima, que nos dá saúde e tempo para treinar também e poder fazer um bom desempenho. Eu não quero chegar em casa e falar para minha filha que perdi para mim", finalizou Thiago Henrique Almeida Alborghetti.



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